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Além dos benefícios para a saúde, a transição para dietas mais saudáveis ​​é capaz de reduzir o uso de fertilizantes nitrogenados e economizar água em atividades agropecuárias, de acordo com pesquisadores da Universidade de Edimburgo

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O consumo de peito de frango grelhado no almoço e jantar como parte de uma dieta saudável pode estar com os dias contatos. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Edimburgo e publicada no Daily Mail, restringir o consumo de proteínas animais – o que inclui leite, ovos, peito de frango, carne vermelha, frutos do mar e peixes – a no máximo 350 calorias por dia pode salvar a vida de 26 milhões de pessoas por ano. A quantidade de 350 calorias de proteína animal equivale a um pedaço de peito de frango, no máximo, por dia. 

De acordo com os pesquisadores, nos países do G20, as pessoas consomem cerca de 620 calorias por dia de proteínas derivadas de animais, o que é equivalente a dois hambúrgueres. Esse cenário leva ao desenvolvimento de doenças crônicas que causam mortes prematuras. Os cientistas da Universidade de Edimburgo sugerem que as pessoas consumam no mínimo 740 calorias de vegetais por dia, isso inclui frutas, hortaliças e leguminosas como o feijão. Uma banana e uma maçã tem cerca de 100 calorias cada, o que significa que, no quesito volume, esses alimentos ganham dos derivados de animais, fornecendo a mesma quantidade de calorias e menos proteínas.  

A mudança nos hábitos alimentares reduziria dramaticamente as mortes por Covid-19 e aquelas relacionadas à obesidade, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e câncer, dizem os cientistas. Eles também afirmam que uma dieta pobre em grãos integrais, sementes, oleaginosas, frutas, hortaliças, cereais e ômega-3 (presente nas nozes e linhaça) é responsável pela morte precoce de 11 milhões de pessoas por ano em todo o mundo por doenças como doenças cardíacas, derrame e câncer colorretal. 

Benefícios ambientais adicionais

A pesquisa também revelou que a transição para dietas mais saudáveis ​​é capaz de reduzir o uso de fertilizantes nitrogenados em 40 milhões de toneladas e economizar 400 quilômetros quadrados de água. 

Comer menos derivados de animais, como carne, frango, leite e ovos, significa que menos terra é usada para agricultura e fabricação de ração animal; além disso dietas que incluem mais vegetais e menos carne também reduzem a perda de biodiversidade e terras naturais, afirmaram os pesquisadores.

Evitar o consumo de peixes e frutos do mar também é uma decisão inteligente, pois reduz os impactos da pesca e das fazendas marinhas e a exposição a metais pesados como mercúrio.