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Descubra como ter esperança pode impactar positivamente a sua saúde e confira dicas para desenvolvê-la

Imagem de Daniel Reche em Pixabay

Esperança é a capacidade de nutrir a expectativa de um futuro melhor, mesmo diante das adversidades. Em períodos de crise, não é fácil manter a crença de que tempos melhores virão. No entanto, estudos científicos revelam que a esperança é um componente-chave da resiliência – a habilidade de superação de problemas e da rápida recuperação de eventuais contratempos. Mais do que isso, a esperança também parece ser um meio para garantir uma boa saúde mental e física.

A ciência da esperança

A ciência sugere que pessoas que mantêm altos níveis de esperança são mais propensas a atingir seus objetivos, têm melhor desempenho profissional e acadêmico, lidam com doenças de maneira mais saudável e apresentam índices mais altos de satisfação com a própria vida. Além disso, a esperança parece estar associada à redução ou ausência de transtornos de saúde mental, como ansiedade e depressão.

Um estudo de 2020 conduzido pelo departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Houston analisou como a esperança foi capaz de impactar a recuperação entre 223 adultos que estavam sendo tratados para transtorno de ansiedade social, transtorno de pânico, transtorno de ansiedade generalizada e transtorno obsessivo-compulsivo usando terapia comportamental cognitiva (TCC).

Os resultados mostraram que níveis mais altos de esperança estavam diretamente ligados à velocidade e à efetividade da recuperação dos pacientes. Além disso, os pesquisadores concluíram que a esperança ajudava a moderar o impacto dos traumas – que iam de agressão sexual a impactos provocados pela experiência em guerras.

A esperança também contribui para a saúde física! De acordo com um estudo de 2019, o otimismo está relacionado a uma expectativa de vida em média 11 a 15% mais longa e a maiores chances de viver até os 85 anos ou mais.

Segundo os pesquisadores, pessoas otimistas e esperançosas são mais propensas a praticar atividades físicas e a manter dietas saudáveis, bem como menos propensas a fumar. Também há evidências de que a esperança esteja associada a um menor risco de hipertensão e sobrepeso ou obesidade, reduzindo o risco de doenças crônicas e mortalidade prematura.

Quatro dicas para desenvolver a esperança

1. Assuma o controle

Especialistas sugerem que a sensação de controlar as rédeas da própria vida tem um impacto positivo na maneira como os indivíduos enxergam o mundo e as pessoas ao redor. Assumir o controle pode ser uma boa maneira de combater a desesperança. Uma dica é se engajar em atividades benéficas para os outros, como trabalho voluntário, para se sentir ativo e útil no mundo.

2. Leia boas notícias e veja o lado positivo das situações

Você já ouviu falar em doomscrolling? Esse termo em inglês, ainda sem tradução para a nossa língua, descreve “a tendência de continuar a navegar na internet em busca por más notícias, mesmo que essas notícias sejam tristes, desanimadoras ou deprimentes”.

Em períodos socialmente conturbados, acompanhar as más notícias é um costume difícil de se controlar. No entanto, esse hábito pode ser prejudicial à saúde mental e desencadear crises de ansiedade. Por isso, evite ser bombardeado por más notícias o tempo todo. O ideal é manter-se informado sobre tudo: o lado bom e o ruim da vida.

3. Agradeça!

Quanto mais você pratica a gratidão, mais facilmente você percebe as coisas boas de cada dia. Agradecer é um contrapeso à negatividade e ajuda a equilibrar as emoções.

4. Imagine tempos melhores

Se você está num momento ruim, tente estabelecer metas para o futuro e imaginar como será realizá-las. Focar pensamentos e cenários positivos é um incentivo muito eficaz para desenvolver a esperança.


Fontes: Newport Academy, Healthline e Medical Xpress 


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