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Confira 11 dicas que podem te ajudar a proteger o cachorro com medo de fogos de artifício das épocas festivas

Imagem editada e redimensionada de Matthew Henry, está disponível no Unsplash

Saber como proteger o cachorro com medo dos fogos de artifício pode evitar sérios problemas. Não deixá-lo sozinho, colocar música clássica para tocar e e evitar amarrá-lo são algumas dicas que você pode aderir para que ele fique menos assustado durante uma queima de fogos. Confira outras dicas para proteger seu cão dos fogos:

Fogos de artifício

Os fogos de artifício foram levados até a Europa pelos árabes, passando a ser utilizados na Itália, no final do século XIV, em festividades de caráter cívico e/ou religioso. Desde então, há relatos da sua utilização para diversas finalidades, principalmente em períodos de comemorações. Entretanto, essa prática apreciada por algumas pessoas pode causar danos irreversíveis aos animais, ambiente e pessoas, podendo ser entendida como uma forma de poluição atmosférica e sonora. Saiba mais sobre esse tema na matéria: “Queima de fogos de artifício: espetáculo não compensa danos“.

Os danos causados aos animais

cachorro com medo de fogos
Imagem editada e redimensionada de Ruby Schmank, está disponível no Unsplash

Os principais problemas causados a animais em decorrência do barulho de fogos de artifício são reações comportamentais como estresse e ansiedade. Há casos que se resolvem apenas com o uso de sedativos ou podem culminar em danos físicos e até morte.

O barulho, associado ao medo, desencadeia respostas fisiológicas de estresse, por meio da ativação do sistema neuroendócrino, que resulta em uma resposta de luta ou fuga, observada por meio do aumento da frequência cardíaca, vasoconstrição periférica, dilatação da pupila, piloereção (arrepio nos pelos) e alterações no metabolismo da glicose.

O animal com medo procura se afastar do barulho tentando se esconder dentro ou embaixo de móveis ou espaços apertados; pode tentar fugir pela janela, cavar buracos, tornar-se agressivo; apresentar salivação excessiva, respiração ofegante, diarreia temporária; urinar ou defecar involuntariamente. Durante a tentativa de fuga do barulho causado pelos fogos de artifício podem acontecer acidentes como atropelamentos, quedas, colisões, ataque epilético, desnorteamento, surdez, ataque cardíaco ou o desaparecimento do animal, que pode percorrer longas distâncias em estado de pânico e não conseguir retornar ao seu local de origem.

Apesar da queima de fogos de artifício ser esporádica, a preocupação com os danos provocados nos animais é legítima, pois o medo ocasionado pelo barulho dos fogos de artifício pode desencadear medos generalizadas para outros ruídos de tipos semelhantes, como o som de um trovão.

Como proteger o cachorro com medo de fogos

Confira algumas dicas adaptadas da organização sem fins lucrativos “El Campito Refugio” sobre como proteger o cachorro com medo de fogos de artifício:

cachorro com medo de fogos
Imagem editada e redimensionada de João Victor Xavier, está disponível no Unsplash
  • Evite amarrá-lo, pois o animal pode se ferir;
  • Evite deixá-lo no quintal, terraço ou varanda;
  • Monte um abrigo com água fresca e música alta (os especialistas dizem que a música clássica ajuda a combater o estresse).
  • Deixe-o bem alimentado, mas sem alimentos a disposição durante a queima de fogos;
  • Tente não tocá-lo, pois isso pode reforçar o estresse;
  • Identifique-o com uma coleira que mostre claramente um telefone de contato para que, se eles escaparem, possam ser devolvidos;
  • Se você sabe que haverá queima de fogos, passeie antes, para que ele fique cansado;
  • Não o deixe sozinho;
  • Coloque-o em uma sala segura, livre de obstáculos, sem espelhos ou bordas afiadas e com as janelas e cortinas fechadas;
  • Se puder, deixe uma casinha, caminha e/ou panos com o cheiro do dono para que ele ali se “esconda”, isso traz segurança
  • Sempre procure ajuda veterinária antes de optar por sedativos.


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