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Ricardo Santos de Oliveira alerta que, em casos graves, pode haver desmaio, convulsão, sangramento, dilatação de pupila e falta de resposta a estímulos

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Por Sandra Capomaccio em Jornal da USP A pancada na cabeça normalmente ocorre por um acidente.  Quem nunca, por um descuido, acabou batendo a cabeça em uma porta de vidro, em uma quina de armário, quando entrou no carro ou em um tombo – conhecido como queda da própria altura? Esses tipos de trauma são os mais comuns e podem necessitar de uma avaliação médica.

O professor Ricardo Santos de Oliveira, neurocirurgião, médico assistente da Divisão de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, explica que o famoso “galo”, ou edema na cabeça, indica que houve sangramento abaixo da pele; já o sangramento interno – no crânio – não está descartado, dependendo da força desse impacto.  

A lesão pode ser bem mais forte que uma simples pancada,  a chamada concussão cerebral, como a que ocorre em uma batida de carro. O traumatismo craniano é o mais conhecido e o atendimento médico deve ser procurado o mais rápido possível ao apresentar sintomas característicos. 

Homens são as maiores vítimas

É praticamente impossível prever as consequências  que uma pancada  na cabeça pode causar, mas o professor Ricardo Santos de Oliveira explica que os homens são as principais vítimas de traumas na cabeça, em qualquer faixa etária, ou seja, de bebês a idosos. O que muda são as formas como ocorrem essas quedas. Nos casos mais graves, podem ocorrer desmaio, convulsão – perda da consciência associada a movimentos involuntários -, sangramento, dilatação de uma pupila e falta de resposta a estímulos.

Não é raro presenciarmos uma batida de cabeça, seja em esportes de muita força e velocidade, como o futebol, rúgbi e basquete. As consequências desse tipo de impacto chegam a longo prazo, assim como no boxe e no UFC. 


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