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A fibrose hepática é uma resposta inflamatória no fígado causada pela presença de gordura

Fibrose hepática é um problema de saúde que ocorre quando as células do fígado passam por processos de cicatrização recorrentes.Geralmente, sua causa está associada ao consumo de álcool e excesso de peso. Ela pertence à mesma família de doenças hepáticas crônicas, como insuficiência hepática, hepatite B e hepatite viral. Mas, diferente de muitas doenças, sua presença costuma ser silenciosa, o que pode ser um risco a mais para a saúde.

A fibrose hepática é marcada pela ocorrência de uma resposta inflamatória no fígado. Caso a lesão persista, a regeneração deixa de ser possível e as células mortas são substituídas por tecido fibroso. 

Como consequência dessa progressão, formam-se extensas áreas de fibrose e há evolução para cirrose hepática. Esta pode progredir para insuficiência hepática e exigir frequentemente um transplante de fígado. A cirrose hepática aumenta de modo significativo o risco de cancro do órgão.

A falta de sinais da fibrose hepática

Uma  pesquisa, realizada na Universidade de Boston e publicada no periódico científico Hepatology, mostrou que a fibrose hepática está associada a fatores de riscos cardiometabólicos, como obesidade, altos níveis de colesterol LDL, altos níveis de gordura sanguínea (triglicerídeos) e diabetes. 

Os pesquisadores acreditam que é possível regredir a fibrose hepática caso ela seja identificada precocemente, antes que a cirrose se estabeleça, tornando-se tratável. 

Mutações genéticas

Outro estudo revelou que a fibrose hepática causou mutações em cinco genes dos portadores dessa condição. A pesquisa, publicada na revista científica Nature, mostrou que essas mutações reduziram a sensibilidade das células do fígado à insulina, sendo a resistência à atividade da insulina a marca registrada do diabetes tipo 2. 

No futuro, compreender o padrão de mutações genéticas no fígado de um paciente pode ajudar a identificar o diagnóstico correto. Esses padrões de mutações também podem ser usados ​​para caracterizar diferentes subtipos de doença hepática, possivelmente ajudando a combinar os tratamentos para cada grupo.