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Por Mauro Bellesa em IEA USPGrupo de Estudos em Culturas e Humanidades Computacionais do IEA organiza, em 2022, oito colóquios a respeito do impacto da cultura eletrônica sobre a sociedade, as artes e as humanidades. O primeiro, em 23 de março, às 16h, será O Futuro das Humanidades na Era Digital, com conferência de Nicolas Shumway, professor emérito de ciências humanas pela cátedra Frances Moody Newman na Universidade Rice, EUA. Haverá transmissão ao vivo pela internet.

Nicolas Shumway
Nicolas Shumway

O encontro abordará como o acelerado desenvolvimento da tecnologia e os avanços da ciência impõem um debate sobre o modo como podem as humanidades seguir formando, ao lado da tecnologia e da ciência, o tripé do conhecimento. O coordenador do grupo, Teixeira Coelho, destaca que “ideias e práticas válidas até há pouco podem modificar-se ou desaparecer e dar lugar a novas figuras ou, simplesmente, extinguir-se”.

Os debatedores serão o biólogo Marcos Buckeridge, do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA, e o gerente do Núcleo de Inovação do Itaú Cultural, Marcos Cuzziol.

Perfil

Doutor em literatura hispânica pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, Shumway lecionou por 14 anos na Universidade Yale, onde tornou-se professor titular. Em 1993, foi nomeado professor de literatura hispano-americana na Universidade do Texas em Austin. Entre 1995 e 2007, dirigiu o Instituto de Estudos Latino-Americanos Teresa Lozano Long da mesma universidade. De 2010 a 2017, foi reitor de Humanidades da Universidade Rice.

Shumway foi professor visitante na USP e em duas universidades argentinas: Universidade de San Andrés e a Universidade Torcuato di Tella. Seu “The Invention of Argentina”, de 1991, ganhou reconhecimento internacional e foi selecionado pelo “The New York Times” como “um livro notável do ano”. A Editora da USP publicou uma tradução em português do livro em 2009. Em 2012, a Emecé lançou seu segundo livro sobre a Argentina, “Historia Personal de una Pasión Argentina”, que inclui um ensaio autobiográfico contextualizando seu trabalho sobre o país, bem como um estudo de como o termo liberalismo tem sido usado no discurso político argentino.