Designer alemão cria aparelho que absorve a energia dos campos eletromagnéticos

eCycle

Dependendo da intensidade do campo, é possível carregar uma pequena bateria por dia

No mundo em que vivemos, a informação é parte fundamental por muito ajudar na comunicação e na forma como as pessoas se organizam. E para que ela flua, é necessário que haja transmissão de diversas maneiras. Uma delas é algo que produzimos constantemente: os campos eletromagnéticos. Eles são a junção dos vetores de campos elétrico e magnético para gerar energia elétrica. Eles são comuns em locais como linhas de transmissão de energia, mas também em diversos objetos que possuem bateria ou utilizam luz elétrica.

No entanto, o designer e fotógrafo alemão Dennis Siegel desenvolveu um aparelho que explora a energia eletromagnética e consegue “tocar” em vários campos eletromagnéticos, colhendo-a. Com isso é possível absorver energia de aparelhos, como máquina de café, celular ou de cabos de energia localizados em postes e armazená-la em uma bateria comum. Para fazer isso, basta segurar o “Electromagnetic Harvester” diretamente no campo eletromagnético e, dependendo da intensidade captada, é possível carregar uma pequena bateria em um dia. O tamanho da força é identificado por um diodo emissor de luz (ou, em inglês, LED ) que fica posicionado na parte superior do aparelho.

Como existem diferentes campos eletromagnéticos, o designer criou dois tipos de aparelho que colhem energia. O primeiro é menor, adequado para baixas frequências, menores que 100 hertz, que podem ser encontradas nas redes em geral que tem em média 50 hertz a 60 hertz. E o outro que se adequa a baixas e altas frequências como as transmissões de rádio, cerca de 100 megahertz, o Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM), que varia entre 900 e 1800 megahertz, e o Bluetooth.

Se existe uma corrente elétrica fluindo, pode ter certeza de que existe um campo eletromagnético. Por isso é possível colher energia tanto de uma torradeira quanto de uma torre de transmissão. O único cuidado que se deve tomar é com a força do campo e a frequência, que vai até 2 gigahertz.

Dennis, que estudou na Universidade de Artes de Bremen, acredita que a exploração dessas fontes pode despertar a consciência nas pessoas de que esses espaços eletromagnéticos estão aí para ajudar e até para suprir a necessidade de energia que vêm aumentando a cada ano com o crescimento populacional.

Veja abaixo um vídeo do designer demostrando como funciona o aparelho.



Fonte : http://dennissiegel.de/



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Comentários  

 
+1 #1 2013-02-13 12:00
Será que esta tecnologia ajudaria a reduzir a poluição eletromegnética ? De celulares a torres de telefonia, cada vez mais difundidas nas cidades? Esta é causa de muita preocupação, vide a quantidade de sites e matérias a respeito na internet. mas não vi ainda estudos conclusivos.
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