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Apesar da grande complexidade, novos estudos afirmam que meio microbiano do solo pode proteger plantas de maneira parecida com o nosso próprio sistema imunológico

A agricultura tem uma história complexa e essencial na sobrevivência de nossa espécie. Entre dez mil e cinco mil anos atrás os homens neolíticos começaram a cultivar plantas e domesticar animais – essa passagem caracteriza “a primeira revolução que transformou a economia humana”.

Hoje existem alguns tipos de agricultura, entre elas a orgânica e a convencional. A agricultura orgânica possui várias diferenças da agricultura convencional (saiba mais aqui) e tem ganhado espaço no Brasil. O Ministério da Agricultura estima que em 2016, ela movimente 2,5 bilhões de reais e espera um crescimento de 20 a 30%.

A agricultura orgânica, ao contrário da agricultura convencional (que tenta acabar com as pestes ou doenças depois que elas atacam a plantação), tem como princípio prevenir e não deixar que isso chegue a acontecer.

Para isso, o objetivo dos cultivos é fortificar o solo e plantas de modo a fortificar um sistema imune mais eficiente. Novos estudos tentam entender o complexo meio microbiano existente no solo que pode atuar como o sistema imunológico.

Por exemplo: a planta, quando atacada por patógenos, libera substâncias químicas no solo que atraem os micróbios, que por sua vez liberam compostos que matam os patógenos. Portanto, um solo rico em micróbios impede a ação de patógenos, protegendo a planta contra doenças.

Esses estudos ainda estão bastante incompletos devido à complexidade que o solo e suas interações apresentam.

Abaixo, assista o vídeo criado para a primeira Semana Global de Solos (2012), que resume a dependência e importância do solo para plantas e seres humanos e e como o manejamos de forma incorreta.


Fonte Grist

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