Seis maneiras de evitar riscos ao coração sem praticar exercícios físicos

eCycle

Essas medidas podem ser importantes para quem não arranja tempo na rotina para se exercitar

O coração é praticamente sinônimo de vida. Ele bombeia sangue pelo corpo, transportando oxigênio e nutrientes para suprir as funções do corpo. Normalmente, é necessária uma rotina de exercícios e uma mudança alimentar para ajudar a melhorar sua saúde, mas nem todos conseguem aplicar essas mudanças ao dia a dia devido à rotina corrida. Mesmo assim, há modos de evitar riscos e melhorar a saúde do coração (veja abaixo), mas reiteramos que os exercícios são fundamentais para que as mudanças sejam efetivas.

1. Evite barulho


O som de buzinas, sirenes e caminhões barulhentos podem cansar os seus vasos sanguíneos; de acordo com uma estudo recente, existe uma associação entre barulho de trânsito e risco de uma apoplexia.

Os resultados, baseados em uma pesquisa com mais de 51 mil pessoas, na Dinamarca, mostrou que para cada aumento de dez decibéis no nível de som, o risco de um acidente vascular cerebral (AVC) aumentava 14%. Para aqueles com mais de 64 anos, o risco aumentava em 27%.

A exposição a volumes altos pode aumentar os níveis de hormônios de estresse, assim como aumentar a pressão sanguínea, que pode contribuir para um crescimento nas chances de se ter um AVC. Pesquisas anteriores também ligaram o barulho do trânsito com o aumento de risco de ataques cardíacos.

2. Durma de sete a oito horas por noite

A falta ou excesso de sono pode aumentar o risco de uma doença cardíaca e de um AVC, sugere um estudo publicado pelo European Heart Journal. Os resultados mostraram que aqueles que dormiam seis horas ou menos por noite tinham um risco de 48% maior de desenvolver ou morrer devido a uma doença cardíaca; e um risco 15% maior de sofrer um AVC em comparação com os que dormiam sete ou oito horas por noite. Pouco sono pode aumentar a pressão arterial e o colesterol.

Porém, o estudo indicou que dormir muito também pode ser ruim para o coração. Aqueles que dormem nove ou mais horas apresentaram um risco de 41% maior de desenvolver ou morrer devido a uma doença cardíaca em comparação a aqueles que dormiam sete ou oito horas.

3. Evite refrigerante diet

Consumir refrigerante diet (atualmente conhecidos no Brasil como "zero") pode aumentar os riscos de um AVC. O estudo incluiu 2.564 participantes e descobriu a seguinte ligação: aqueles que bebiam refrigerante diet todo dia tinham 48% a mais de chances de ter um AVC ou ataque cardíaco do que aqueles que não ingeriam a bebida.

Os resultados provaram-se verdadeiros até mesmo depois dos pesquisadores terem selecionados fatores que poderiam influenciar doenças cardíacas e riscos de derrames (por exemplo, se o paciente possuía alguma síndrome metabólica ou um histórico de doença cardíaca).

4. Consuma um pouco de chocolate amargo


Não se preocupe... A ciência está do seu lado. Diversos estudos sugerem que chocolate amargo pode diminuir suas chances de ter uma doença cardíaca ou um AVC. Outro estudo afirmou que aqueles que comem pequenas quantidades de chocolate amargo (algo como seis gramas por dia), possuíam níveis menores da proteína associada à inflamação. Também foi descoberto que o consumo de chocolate pode diminuir a pressão arterial, ajudar a prevenir artérias entupidas e melhorar o fluxo de sangue.

5. Tome um solzinho

Uma pesquisa realizada com 50 mil homens pela Harvard School of Public Health observou que aqueles com deficiência de vitamina D tinham duas vezes mais chances de sofrer ataques cardíacos. Essa vitamina participa do controle das contrações do músculo cardíaco e permite o relaxamento dos vasos sanguíneos. A falta dela pode favorecer a formação de placas, devido ao acúmulo de cálcio na artéria.

Grande parte da vitamina D que adquirimos vem da luz do sol. Portanto, abra suas janelas, dê uma volta na vizinhança com seu cachorro, vá para o parque e, com esses pequenos atos, garanta sua saúde cardíaca.

6. Faça higiene bucal

É curioso, mas a higiene bucal (ou a falta dela) tem grande impacto na saúde cardíaca. Bactérias presentes na boca migram por bacteremia para a corrente sanguínea e chegam até o coração. Segundo um estudo do Instituto do Coração, 45% das doenças cardíacas têm origem na boca. Mesmo que a inflamação não esteja espalhada em uma grande expansão da gengiva, a bactéria estará circulando pela corrente sanguínea, desgastando o sistema imunológico (para saber mais sobre o que sua boca diz sobre sua saúde, clique aqui).

Para além das dicas, lembre-se de praticar exercícios físicos sempre que puder, seja descendo do ônibus um ponto antes, subindo pela escada ao invés do elevador, comendo alimentos que você sabe que fazem bem ou não comendo aqueles que fazem mal.


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