Apoio: Roche

Saiba onde descartar seus resíduos

Verifique o campo
Inserir um CEP válido
Verifique o campo
Lightbulb

Números mostram assustadores índices de desperdício

Parece inacreditável, mas o brasileiro produz, em média, meia tonelada de resíduos de construção civil ao ano. De acordo com a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos de Construção Civil e Demolição (Abrecon), o Brasil joga fora oito bilhões de reais ao ano porque não recicla seus produtos. Para termos idéia, os números indicam que 60% do lixo sólido das cidades vêm da construção civil e 70% desse total poderia ser reutilizado.

Os números em questão aparecem quando são somadas reformas pequenas de casa e construções de grande porte. No Brasil, ainda não temos o costume de aproveitar as sobras das construções, o que acaba indo parar nas ruas e entupindo os bueiros, contribuindo para enchentes e poluição nos rios.

Um bom exemplo

No município de Osasco, 50% dos materiais produzidos pela usina de reciclagem de entulho vão para a prefeitura, e de lá, são encaminhados para obras públicas. A cidade economiza em dois pontos: com o material de obras e com a coleta de lixo. A reciclagem dos materiais produz areia, pedrisco, brita e rachão. Esses produtos são aproveitados para construir novos blocos, tijolos e telhas. O asfalto é outra boa opção de reúso.

As construtoras, de um modo geral, ainda carregam um pouco de dúvida sobre materiais reciclados na construção civil. É importante mostrar que o produto aproveitado é uma opção barata e segura. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) já interferiu nesse assunto para assegurar sua utilização nas construções civis. Atualmente, o Brasil conta com 130 usinas de reciclagem de entulho, a maioria na região sudeste. O ideal seriam mil delas.

A Novidade

Nos próximos meses, será inaugurada mais uma usina de reciclagem de materiais de construção no município de Hortolândia (SP). A unidade vai atender mais sete municípios da região e tem como meta a implantação da coleta seletiva e o fim dos lixões até 2014.

Mais informações no site do Instituto Nova Ágora de Cidadania

Com agências de notícias