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Uma delas é o cânhamo, derivado da Cannabis sativa, nome científico da maconha

Uma agência de design da Holanda desenvolveu o que pode ser a moto mais verde do mundo. A scooter, batizada de Be.e e projetada pela Waamakers, usa compósitos feitos a partir de fibras vegetais para formar a base do veículo, substituindo o plástico e o aço.

O corpo da scooter é feito por fibra compactada de linho, bioresinas e cânhamo (derivado da Cannabis sativa – nome científico da maconha), já testado para a mesma finalidade em outros setores da indústria automobilísticas.

O que chama bastante atenção é que, além do suporte exterior, não há estrutura interna no veículo. Ele é como um casca de ovo – há a superfície externa lisa, mas resistente e que impede que a moto se danifique com facilidade.

De acordo com os autores do projeto, não há tanto interesse em produzi-lo em larga escala, mas sim influenciar a indústria para mostrar que estruturas de apoio em veículos de transporte de alto impacto, geralmente feitas com aço, podem ser substituídas por fibras naturais (bem mais sustentáveis), sem perder nenhuma qualidade.

Veja mais imagens da Be.e abaixo. Para conhecer melhor o projeto, clique aqui.

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