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Nova ferramenta científica mede o ritmo da urbanização global, suas características e o efeito potencial do crescimento urbano sobre a qualidade de vida dos habitantes das cidades

Imagem: Gerardo Pesantez/Banco Mundial

O Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) divulgou, em 9 de junho, detalhes de uma nova ferramenta científica que mede o ritmo da urbanização global, suas características e o efeito potencial do crescimento urbano sobre a qualidade de vida dos habitantes das cidades.

A “Amostra de Cidades da ONU” (UN Sample of Cities) utiliza amostras representativas de 200 cidades do mundo, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento, para rastrear e interpretar tendências diversas relacionadas a aspectos da vida urbana como qualidade da água e do ar, tempo de trajeto e proximidade casa-trabalho, acesso a moradia e a espaços públicos.

De acordo com o ONU-Habitat, desde 2007, mais da metade da população mundial vive em cidades e centros urbanos, e a estimativa é de que em 2050, com uma população projetada em 9 bilhões de pessoas, esse número chegará a 70%.

A ferramenta fornecerá dados em código aberto para que pesquisadores possam realizar comparações científicas válidas entre as cidades do mundo.

A “ciência das cidades” adota cidades como unidades de análise e as estuda conjuntamente para descobrir padrões de semelhanças e diferenças, e o consequente impacto da urbanização sobre a qualidade de vida.

Segundo o diretor-executivo do ONU-Habitat, Joan Clos, a ferramenta fornecerá informações a partir do monitoramento global e de progressos regionais de urbanização. O objetivo é permitir estudos da evolução da urbanização para saber como ela nos afetará e para que possamos abordar formas possíveis de se administrar as mudanças.

Fonte: ONUBr

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