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De acordo com Áurea Maria Ciotti, a combinação entre astronomia e oceanografia, por meio dos satélites, permite aprofundar estudo dos oceanos

Imagem de Thomas Vimare em Unsplash

Dando continuidade ao especial sobre oceanos, o Jornal da USP no Ar recebeu hoje (3) a professora Áurea Maria Ciotti, coordenadora do Centro de Biologia Marinha da USP em São Sebastião, docente associada à Pós-Graduação do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, para tratar sobre o oceano visto a partir do espaço, essa combinação entre a astronomia e a oceanografia, que permite compreensão maior do ambiente marítimo.

Ela explica que, na formação do oceanógrafo, é possível observar pequenas frações dos oceanos, por isso a visão global, por meio dos satélites, é tão importante. “Cerca de 70% da superfície da Terra é coberta pelos oceanos, por isso precisamos estudar sua dinâmica de forma integrada, da vegetação continental junto com a dos oceanos”, exemplifica Áurea.

A professora explica que as imagens obtidas por satélite funcionam como câmeras. “Quanto melhor a resolução, maior a capacidade de distinguir objetos, e este é um ponto crucial que buscamos determinar nos últimos anos: a definição em termos de quanto da área conseguimos enxergar, quais informações conseguimos tirar dessas imagens”, ela explica.

Há uma diferença, no entanto, que precisa ser pontuada, segundo Áurea. O que é possível ver por meio dos satélites, a Terra toda, representa apenas a camada superficial dos oceanos. “Tudo que está dentro da água precisa ser investigado com outro tipo de instrumentação, que não os satélites. Cobrir e estudar uma área quer dizer aumentar ainda mais o que precisa ser descoberto – há muito a ser estudado e entendido”, completa.

Ouça a íntegra da entrevista no player.



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