Apoio: Roche

Saiba onde descartar seus resíduos

Verifique o campo
Inserir um CEP válido
Verifique o campo
Lightbulb

Relatório divulgado em maio pela Organização Mundial da Saúde revela quantidade elevada de poluentes respirados por habitantes urbanos

Apenas 12% da população urbana mundial é exposta a níveis de poluição dentro dos limites impostos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de acordo com o último relatório da entidade, divulgado no dia 7 de maio. O levantamento aferiu qualidade do ar em 1,6 mil cidades de 91 países distintos – um aumento de 500 municípios com relação à última amostragem, de 2011.

Segundo os novos dados, quase metade habitantes que constam na amostragem respira ar até 2,5 vezes mais poluído que os limites impostos pela OMS, o que pode causar diversos tipos de doenças, principalmente respiratórias e cardíacas (veja mais aqui). A pesquisa também apontou que o nível de poluição está aumentando, pelo menos na maior parte das cidades em que houve comparação com a pesquisa análoga precedente, apesar de a preocupação a respeito da necessidade de monitorar a qualidade ter crescido (o saldo positivo de mais 500 novas cidades participantes do relatório já reflete isso).

Para a OMS, os índices pouco saudáveis de ar tem relação com dependência dos combustíveis fósseis, como as centrais elétricas movidas a carvão; com o uso de veículos particulares motorizados; com a ineficiência energética dos edifícios e com o uso de biomassa na cozinha e no aquecimento.

Nem tudo está perdido

Porém, o próprio relatório destaca que há algumas cidades que conseguiram mitigar danos a partir da implementação de programas que tiveram medidas simples, como a proibição do uso de carvão para o aquecimento de edifícios, a utilização de combustíveis renováveis ou limpos para a produção de energia e a melhoria da eficiência dos motores dos veículos.

Para conferir o relatório da OMS na íntegra, clique aqui.

Veja também:
Sete milhões de pessoas morreram devido à poluição em 2012, segundo OMS
Poluição do ar mata mais que Aids e Malária juntas, afirma órgão da ONU