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Pequim está eliminando progressivamente os grandes focos de contaminação do ar, segundo a divulgação oficial

Imagem: Wikimedia Commons /CC0

Autoridades de Pequim anunciaram em 9 de janeiro a intenção de encerrar as atividades, em 2016, de 2,5 mil pequenas empresas para tentar reduzir a poluição do ar, que obrigou à declaração dos primeiros alertas vermelhos em dezembro.

A China estabeleceu também o objetivo de reduzir em 500 mil toneladas anuais o consumo de carvão nos seis distritos que circundam a cidade de Pequim. As medidas incluem ainda o fechamento de todas as caldeiras alimentadas a carvão na cidade até 2020, segundo informou a agência oficial chinesa Xinhua. As empresas poluidoras que serão fechadas este ano se localizam em quatro distritos, um na cidade e três na periferia.

Segundo a informação divulgada, Pequim está eliminando progressivamente os grandes focos de contaminação do ar, como as centrais de produção elétrica alimentadas a carvão, mas, ao mesmo tempo, foram proliferando pequenas fontes de poluição.

O anúncio das autoridades chinesas ocorre quando o Centro Nacional de Controle Ambiental emitiu novo aviso de forte contaminação do ar na região de Pequim-Tianjin-Hebei dia 12 de janeiro.

Segundo dados oficiais, em 2015 Pequim registou média de 80,6 microgramas de partículas finas PM2,5 (das mais prejudiciais para a saúde) por metro cúbico, ou seja, 1,3 vez mais que o limite permitido na China. A Organização Mundial da Saúde, mais exigente, recomenda média máxima de emissão de PM2,5 de 25 microgramas por metro cúbico.

Fonte: Agência Lusa

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