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Brasil pode atender 1 milhão de pessoas com energias renováveis

Imagem de Tomas74 por Pixabay

Você sabia que o acesso à energia ainda é um desafio para quase 1 milhão de pessoas no Brasil? Isso significa não ter eletricidade para resfriar alimentos, estudar à noite ou mesmo assistir televisão, quanto mais usar a internet. Para resolver o problema, o Brasil precisa seguir, cada vez mais, a tendência de investimento em energia limpa, ou seja, proveniente de fontes renováveis.

Especialmente em tempos de pandemia de Covid-19, a eletricidade vai muito além de uma questão de comodidade, sendo essencial para o acesso à água limpa e limpa. Saneamento básico e boas práticas de higiene são fundamentais para o controle e a extinção das principais doenças e isso só é possível com acesso à energia.

Energia limpa para quem precisa

Desde 2016, o WWF-Brasil, em parceria com o ICMBio e diversos parceiros locais, instalou 30 pequenos sistemas de energia solar fotovoltaica em comunidades extrativistas isoladas em duas Resex no Sul do Amazonas – Ituxi e Médio Purus, ambas no município de Lábrea (AM). A ação faz parte do projeto Reservas Extrativistas Produtoras de Energia Limpa (Resex Solar), que buscou beneficiar as populações mais vulneráveis na Amazônia com energia limpa.

Dentre os benefícios, as populações ribeirinhas tiveram principalmente melhoria na qualidade de vida, sem ter que buscar balde no rio, já que a água agora chega na casa das pessoas por meio do bombeamento. Também é possível ter aulas à noite sem o barulho do gerador e diminuição do valor gasto com combustível para eletricidade. Isso sem contar nos benefícios econômicos e ambientais.

Série de vídeos fala sobre o tema

Para mostrar esse resultado e como a energia limpa é uma solução viável e muito mais barata do que se imagina, o WWF-Brasil lançou a série Energia Real, com cinco vídeos sobre o tema. “A ideia é apresentar, de forma didática e simples, como é e como pode ser a vida com mais energia limpa, especialmente nos pequenos municípios e comunidades remotas da Amazônia”, explica Alessandra Mathyas, analista de conservação do WWF-Brasil, que atuou no projeto Resex Solar.

No primeiro vídeo da série (abaixo), você entende melhor os desafios do acesso à energia em regiões isoladas, que não fazem parte do Sistema Interligado Nacional (SIN) de energia.

No segundo vídeo da série (abaixo), mostramos os principais benefícios da geração distribuída de energia e como ela é uma tendência no Brasil e no mundo.

No terceiro vídeo da série (abaixo), desmitificamos o conceito de que gerar a própria energia é caro. Além de ser boa para o meio ambiente e gerar economia ao longo dos anos, a instalação para geração de energia limpa não é um processo caro.

No quarto vídeo da série (abaixo), mostramos como a energia limpa e acessível, além de ser um dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU, é fundamental para o combate à pandemia de Covid-19.

Por fim, no quinto e último vídeo da série (abaixo), falamos um pouco mais da situação da Região Norte do país, onde mais de 200 localidades não estão conectadas ao Sistema Interligado Nacional de energia.

A mensagem final da série é a de que, se você ainda não tem acesso à energia para garantir educação, produção e bem-estar social, organize sua comunidade e cobre dos gestores públicos. É um direito seu e os governos, desde o Federal até o municipal, precisam garantir isso.



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