FMI afirma que imposto sobre carbono seria "útil"

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Afirmação foi feita pelo porta-voz do fundo, em Nova Iorque

A implementação de um imposto sobre o carbono pode ser "útil" para frear o aquecimento global sem produzir efeitos "negativos" no crescimento econômico. A afirmação foi feita no último 26 de setembro, pelo porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gerry Rice.

"O imposto sobre o carbono pode ser eficaz (...). É uma das ferramentas que podem ser úteis para contribuir com a redução do aquecimento climático sem que haja um impacto negativo sobre o crescimento", ressaltou o porta-voz do organismo, durante uma coletiva de imprensa.

Reunidos na última terça-feira (23) na sede da ONU em Nova Iorque, os dirigentes mundiais se comprometeram a redobrar os esforços para lutar contra o aquecimento climático.

Antes da cúpula, 73 países e mais de mil empresas se declararam favoráveis a um sistema que permita cobrar pela emissão de carbono por meio de um imposto, ou por um sistema de cotas intercambiáveis.

Referindo-se ao imposto sobre o carbono, o porta-voz do FMI ponderou que a medida só será eficaz se for "corretamente planejada e implementada".

Experiência

No fim de 2013, o governo francês considerou o pagamento de imposto sobre o carbono. Três anos antes, contudo, a França havia rejeitado um projeto que estabelecia o imposto sobre as emissões do gás.

Em julho, a Austrália eliminou um imposto sobre o carbono que foi duramente criticado por grandes grupos de mineração. O mecanismo havia sido implementado no país há dois anos pelo governo trabalhista.

Fonte: EcoD

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