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As chuvas orográficas ocorrem quando uma massa de ar carregada de umidade sobe ao encontrar uma elevação do relevo

As chuvas orográficas, conhecidas como chuvas de relevo, ocorrem quando uma massa de ar carregada de umidade sobe ao encontrar uma elevação do relevo, como uma montanha ou uma serra. Com a queda da temperatura, o vapor de água condensa e provoca chuva. As chuvas orográficas apresentam grande duração e baixa intensidade.

Vale ressaltar que a orografia é a parte da geografia física ou geomorfologia que se preocupa com a descrição do relevo.

O que é chuva?

A chuva é um fenômeno natural caracterizado por precipitações de água. A água, quando é aquecida pelo Sol ou por outro processo de aquecimento, evapora e se transforma em vapor de água. Em seguida, esse vapor se mistura com o ar e começa a subir, formando nuvens. Ao atingir altitudes elevadas ou encontrar massas de ar frias, o vapor condensa, se transformando novamente em água. Como é pesada e não consegue se sustentar no ar, a água acaba caindo em forma de chuva.

Existem regiões do mundo em que ocorrem poucas chuvas. Nos desertos do Saara, Atacama e Arábia, por exemplo, o índice de umidade é baixíssimo. Isto dificulta a formação de nuvens e das chuvas. Já em regiões como a Floresta Amazônica, as chuvas ocorrem em grande quantidade em função do alto índice de evaporação da água.

Como ocorrem as chuvas orográficas?

As chuvas orográficas ocorrem quando o ar ascende e resfria devido ao ganho de altitude causado por uma barreira de relevo (morro, serra, montanha). Nesse caso, existe a formação de uma vertente úmida, chamada de barlavento, e outra vertente seca, conhecida como sotavento. 

No Brasil, as chuvas orográficas ocorrem com maior frequência na Região Nordeste, em decorrência da barreira orográfica do Planalto da Borborema.

Importância da chuva

Chuvas orográficas
Imagem de Anna Atkins no Unsplash

Além de ser fundamental para a manutenção da vida na Terra, a água da chuva tem profunda importância no desenvolvimento de diversas atividades econômicas. Em relação à produção agrícola, a água pode representar até 90% da composição física das plantas. A falta de água em períodos de crescimento dos vegetais pode destruir lavouras e até ecossistemas devidamente implantados. Na indústria, para se obter diversos produtos, as quantidades de água necessárias são muitas vezes superiores ao volume produzido de material.