Calor seguirá alto ao menos até 2021, segundo agência britânica

Período até 2021 pode ter temperaturas próximas da meta ótima do Acordo de Paris, diz agência meteorológica do Reino Unido, mas não deve bater aquecimento de 2015 e 2016

Mapa calor 2012 - 2016
Imagem: Nasa

De 2017 a 2021, a média de temperatura global deve permanecer alta, entre 0,42°C e 0,89°C acima da média entre 1981 e 2010, o que representa entre 1,02°C e 1,49°C em relação às temperaturas pré-industriais. A informação é do MetOffice, o serviço de meteorologia britânico, que divulgou, em 1º de fevereiro, sua previsão de curto prazo. Segundo o MetOffice, os recentes recordes de temperatura vistos entre 2014 e 2016 tendem a não se repetir.

A probabilidade de que a média global ultrapasse o limite de 1,5°C - o “centro da meta” do Acordo de Paris - é tida como baixa pela avaliação, que incorpora fatores naturais e causados por humanos. O aquecimento deve ser maior sobre a terra e em altas latitudes do norte do planeta. O relatório informa, ainda, que o sistema de correntes marinhas subpolares no norte do Atlântico deve sofrer aumento de temperatura, o que poderia causar impactos climáticos importantes na América, Europa e África.

Mais cedo neste ano, o órgão britânico divulgou seus dados de temperatura de 2016, com resultados um pouco mais brandos em relação aos apresentados pelos estadunidenses Nasa e Noaa, devido a diferenças de metodologia. Para o MetOffice, 2016 representou um aumento entre 0,77°C e 0,1°C acima da média de longo termo (1961-1990), e 1,1°C mais alta que a média comparada a temperaturas pré-industriais.



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