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Em 2020, o mercado automobilístico estará mais propenso a implementar de vez a fabricação de híbridos nas linhas de produção

A indústria automobilística está mudando e não é de hoje. Novos conceitos, como os veículos elétricos, os carros autônomos, a conectividade veículo-a-veículo nos dão uma amostra disso. Devido a essas alterações constantes, a empresa de consultoria americana McKinsey & Company publicou um novo relatório em que descreve como a indústria automobilística mundial vai mudar em 2020.

Confira algumas dessas tendências abaixo:

1. Tecnologia autônoma em veículos (em que você não precisa dirigir) será adotada em etapas, de acordo com Hans-Werner Kaas, sócio sênior da McKinsey. A tecnologia de segurança semi-autônoma, que tem como uma de suas características impedir que você acidentalmente dirija para fora da estrada, será adotada pela primeira vez. Mas as montadoras têm uma série de decisões a tomar, incluindo qual dessas tecnologias de segurança são mais atrativas aos consumidores e como lidar com questões de responsabilidade.

Um grande número de veículos estará conectado de alguma forma até 2020 – seja por redes sem fio, ferramentas de diagnóstico, ou outro meio. Um em cada cinco será conectado à internet.

2. Os regulamentos ambientais para veículos estão ficando mais rígidos ao redor do mundo, com regras de emissões de dióxido de carbono na Europa e na China, bem como as normas de economia de combustível nos EUA. Isto deve levar as pessoas a comprarem mais veículos híbridos. Segundo a McKinsey, cerca de 20% a 25% de todos os veículos fabricados serão híbridos em 2020. Mas o motor de combustão interna ainda será soberano, presente em mais de 90% dos veículos (incluindo os híbridos). Veículos totalmente elétricos, provavelmente, ficarão em torno de 5% de todos os veículos fabricados.

3. Hoje, os mercados estabelecidos (como os EUA e Europa) representam 50% de todas as vendas de veículos. Esse número vai cair para 40% até 2020 por uma grande razão: veículos pequenos continuam a crescer em popularidade. Mais de 60% desses veículos são vendidos em mercados emergentes e, mais especificamente, nas áreas urbanas. 

Estudos como este mostram que as pessoas estão procurando alternativas sustentáveis de consumo e isso é muito bom para estimular cada vez mais práticas e políticas verdes.

Fonte: Fast Coexist

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