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Desenvolvido no âmbito do Plano Nacional de Recuperação de Mata Nativa (Planaveg), objetivo é identificar áreas prioritárias para restauração

Imagem: Wikimedia Commons

No Dia da Restauração de Ecossistemas e da Paisagem Florestal, evento realizado na 13ª Conferência das Partes (COP 13) da Convenção sobre Diversidade Biológica, em Cancun, no México, o Brasil apresentou resultados preliminares dos estudos sobre identificação de áreas prioritárias para restauração da Mata Atlântica. Foram abordados, também, os custos de restauração e cenários do potencial de recuperação e regeneração natural da vegetação nos biomas brasileiros, que estão sendo desenvolvidos no âmbito do Plano Nacional de Recuperação de Mata Nativa (Planaveg).

O objetivo do Planaveg é ampliar e fortalecer as políticas públicas, incentivos financeiros, mercados, boas práticas agropecuárias e outras medidas necessárias para a recuperação da vegetação nativa de, pelo menos, 12,5 milhões de hectares, nos próximos 20 anos.

O país foi representado no evento paralelo (side event), organizado pela Collaborative Partnership on Forests (CPF) em 13 de dezembro, pelo diretor de Conservação de Ecossistemas do MMA, Carlos Alberto Scaramuzza. Ele ressaltou a importância da adesão do governo brasileiro às iniciativas internacionais de restauração florestal, como o Desafio de Bonn e a Iniciativa 20×20, anunciada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, na  abertura da COP 13.

Ações em todo o mundo

Um dos objetivos do evento paralelo foi partilhar experiências e iniciativas nacionais e regionais de planejamento, coordenação e implementação de ações de restauração ao redor do mundo, visando o aprendizado mútuo e o alcance das metas de restauração de forma coordenada.

Ao mesmo tempo foi discutido o conceito de “restauração inteligente dos ecossistemas e do clima”, aproveitando as opções de financiamento climático dentro do planejamento e implementação das ações de restauração florestal.

Foram, ainda, apresentadas metodologias replicáveis de avaliação das oportunidades e monitoramento do impacto das ações de restauração, para avaliar benefícios em termos de biodiversidade, serviços ecossistêmicos e resiliência climática; e discutida a importância das parcerias no apoio à restauração de ecossistemas e o papel da Collaborative Partnership on Forests na construção de coerência entre elas.



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