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Iniciativa de pós-graduandas da universidade visa combater a sub-representação das mulheres e da população negra no meio acadêmico e científico

Imagem: Divulgação

Agência FAPESP – Com o objetivo de combater a sub-representação das mulheres e da população negra no meio acadêmico e científico, pós-graduandas do Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva (LAAAE) da Universidade de São Paulo (USP) criaram o projeto “Evolução para Todes: compartilhando a ciência”.

Vinculado ao Instituto de Biociências (IB-USP), o projeto foi criado por Mariana Inglez, Lisiane Müller e Eliane Chim. As pós-graduandas contam com o respaldo dos coordenadores do LAAAE-USP, Rui Murrieta (IB-USP) e André Strauss (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP), e apoio do Instituto Serrapilheira de fomento à pesquisa e à divulgação científica no Brasil.

A iniciativa busca divulgar a um público amplo o conteúdo das pesquisas realizadas pela equipe do LAAAE e integrar cientistas, profissionais negros e mulheres nas ações de divulgação científica.

Além de pesquisadores, a equipe multidisciplinar conta com profissionais de comunicação, marketing digital, design, programação, produção audiovisual, animação e educadoras em afro-alfabetização. O grupo desenvolve ações focadas em divulgar conhecimentos em arqueologia, bioantropologia e evolução humana com uma linguagem acessível e descontraída, a fim de despertar o interesse também do público leigo. O grupo ainda firmou parceria com a produtora Mundi, liderada por profissionais negros e com foco na produção de conteúdo com recorte de gênero e raça.

Até março, a equipe publica semanalmente conteúdo exclusivo nas redes sociais e no site do LAAAE.


Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.


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