Festival Pint of Science debate ciência de forma descontraída

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Edição deste ano trocou as mesas de bares e restaurantes pela internet para bate-papo com pesquisadores sobre temas em destaque na ciência

Festival Pint of Science
Imagem: Reprodução/Pint of Science

Divulgar a ciência, permitir que ela atravesse os muros das universidades e mostrar à sociedade o que é produzido pelos principais centros de pesquisa são objetivos que o festival internacional Pint of Science busca por meio de conversas descontraídas e informais que unem o público a professores e pesquisadores de instituições de ensino públicas e privadas em mesas de bares, restaurantes e cafés. Em virtude da pandemia, a edição brasileira deste ano, que será nos dias 8, 9 e 10 de setembro, poderá ser acompanhada através de transmissões virtuais. O evento é gratuito e a programação completa pode ser encontrada no site do Pint Brasil.

Pesquisadores da USP participam do festival em mesas de debate e painéis que vão abordar temas como a presença da mulher na ciência, corpo negro e educação e desafios da vida marinha em meio à poluição dos mares. As lives acontecerão durante os períodos da manhã, tarde e noite, de acordo com a programação de cada município. Às 20 horas, haverá a programação nacional, que contará com renomados pesquisadores e divulgadores científicos.

Em São Carlos, o evento é realizado pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP e terá em sua programação os impactos do consumo não consciente; bate-papo sobre onde estão os pesquisadores, quem são e o que fazem a partir da análise de Wally, do livro Onde está Wally?; além do tema dos aprendizados educacionais a partir dos games.

Os cientistas da USP de Ribeirão Preto vão discutir a relação entre a degradação ambiental e o surgimento de doenças como a covid-19; o desafio de formar professores que preparem os estudantes para o mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo em que vivemos atualmente; e a importância das vacinas para a saúde pública, que, embora seja algo comprovado cientificamente, ainda enfrenta a resistência de movimentos intitulados antivacina.

Pesquisadores de outras unidades da USP também participam do evento, confira a programação.


Fonte: Jornal USP

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