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Exposição a material particulado mais fino e em período recente causa mais problemas ligados à ansiedade

Um estudo publicado recentemente nos Estados Unidos sugere que altas e recentes exposições ao material particulado fino presente no ar estão associadas ao aumento de sintomas de ansiedade intensos. Segundo este estudo, a forte exposição às partículas finas em um período entre um a três meses aumenta o risco de sintomas de ansiedade entre 12% e 15%.

Os pesquisadores examinaram dados do Nurses’ Health Study. Foram observadas 71.271 mulheres com idade média de 70 anos, sendo que 15% delas tinha fortes sintomas de ansiedade.

A exposição ao material particulado foi caracterizada usando a estimativa média de exposição a partículas PM2,5 (com tamanho até 2,5 micrômetros) e PM10 (de 2,5 a 10 micrômetros) nos períodos de um mês, três meses, seis meses, um ano e 15 anos anteriores ao aparecimento de sintomas de ansiedade; e também medindo a distância das residências com relação à maior estrada dois anos antes do surgimento dos sintomas.

Chances significantemente maiores de surgimento de sintomas de ansiedade foram observados com alta exposição ao PM2,5 por diversos períodos de avaliação. Certos modelos sugeriram que períodos curtos de avaliação foram mais relevantes para o surgimento do problema do que períodos maiores. Não houve associação entre ansiedade e exposição ao PM10. Residir em locais próximos a grandes estradas não foi relacionado com sintomas de ansiedade de forma preponderante.

O estudo chegou à conclusão de que a exposição a partículas finas (PM2,5) foi associada com altos sintomas de ansiedade, e que a exposição recente é potencialmente mais relevante do que a exposição a longo prazo. A pesquisa avalia se está garantido ou não que reduções na exposição ambiental de PM2,5 diminuiriam a população de casos clinicamente relevantes de problemas ligados à ansiedade. 

Fonte: Medscape

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