Plataforma oceânica flutuante capta energia eólica, solar e das ondas

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Equipamento modular deve permitir a geração de energia para pessoas que moram perto da costa

Plataforma oceânica capta energia
Imagem: Sinn Power/Divulgação

A empresa alemã Sinn Power projetou uma plataforma híbrida para geração de energia offshore que combina turbinas eólicas, painéis solares e coletores da energia das ondas. A ideia é que a plataforma flutuante possa gerar eletricidade fora da rede para pessoas que moram perto da costa.

O projeto foi concebido como um sistema modular que pode ser especificado com um ou todos esses recursos, dependendo de onde será implantado e quais as necessidades de captação de energia. Projetado para lidar com ondas de até seis metros de altura, a plataforma pode coletar energia de ondas de até 2m de altura sem que ela própria se mova muito, graças a uma série de flutuadores capazes de se deslocarem por até 3 metros, emburrando o módulo para cima e para baixo em resposta à atividade das ondas.

A unidade de 12 por 12 metros é equipada com quatro turbinas eólicas, uma em cada um de seus cantos. Em condições ideais, essas turbinas podem gerar até 24 kW. Além disso, é possível colocar turbinas eólicas de 6 kWp em cada ponto de junção e cobrir toda a superfície superior com painéis solares, o que poderia contribuir com um total de 20 kW para a produção final da unidade. O modelo também permite que se acoplem várias unidades para aumentar a produção de energia.

A Sinn Power está lançando o equipamento como uma opção de energia renovável para resorts insulares, principalmente no Caribe. A ideia é que os módulos sejam equipados com um cabo que leve a energia até o continente.

A durabilidade é a maior questão que o equipamento levanta. O mar pode ser um parceiro comercial selvagem: poderoso, imprevisível e altamente corrosivo. A Sinn Power diz que usa "materiais resistentes à água salgada" e componentes resistentes à água, mas existe o questionamento a respeito de por quanto tempo essas plataformas serão capazes de funcionar. Se o equipamento durar apenas cinco ou dez anos, talvez essa não seja uma opção tão sustentável.

A empresa existe há cinco anos e possui alguns protótipos similares em funcionamento, embora presos a paredes de concreto e não flutuando. O vídeo abaixo mostra o funcionamento desses módulos:


Fonte: New Atlas

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