Restos de tecidos se transformam em bancos únicos

Conheça o PLOF, um banco feito a partir do reaproveitamento de resíduos industriais de tecidos

PLOF, um banco feito a partir do reaproveitamento de resíduos

Todos os dias as industrias têxteis geram toneladas de resíduos. São tecidos de todos os tipos, descartados por excesso de produção, por pequenos defeitos de fabricação ou por erros da mão de obra não especializada. Essas sobras costumam ser jogadas no lixo, ou queimadas, perdendo todo e qualquer uso que ainda poderia ter e colaborando, assim, para a poluição das cidades (seja poluição atmosférica com a queima, seja poluição de rios e corpos d'água ou de terrenos, com o descarte incorreto).

Mas no meio desse "lixo", tem gente que vê oportunidade. Os designers do estúdio belga Atelier Belge criaram um banco com sobras industriais de tecidos batizado de PLOF. A ideia surgiu das vontades de usar apenas produtos próprios do país e de praticar a reutilização de tecidos.

PLOF, um banco feito a partir do reaproveitamento de resíduos
Detalhe do PLOF

Os resíduos de tecidos são picados e colocados dentro de uma embalagem de plástico PE transparente, que é então modelada para formar o banco, com a inclusão de botões. Devido ao modo como o PLOF é feito, e pelo fato de as misturas de tecidos e cores nunca serem as mesmas, cada PLOF é uma peça única.


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