A vida que brota do lixo

Se o nome Lixo Extraordinário já deixa qualquer um curioso, a indicação dessa produção anglo-brasileira para o Oscar de 2011, na categoria documentário, só reforça a idéia de ir aos cinemas para acompanhar a história vivida no Jardim Gramacho, na cidade de Duque de Caxias-RJ.

Logo no início, o principal responsável pela nossa visita é apresentado, trata-se do artista plástico Vik Muniz, famoso por reproduzir obras de outros artistas de maneira peculiar e original. Nesse projeto, o carioca radicado nos Estados Unidos pediu a ajuda dos catadores do lixão para reproduzir as fotos tiradas por ele mesmo, e que mostravam a rotina do maior aterro sanitário da América Latina.

Além de permitir uma reflexão sobre os hábitos de consumo da nossa sociedade, à medida em que o projeto evolui fica clara a aproximação e envolvimento do artista com os personagens apresentados. E aí está o ponto forte da produção: a chance de conhecer os sonhos, emoções e histórias de pessoas simples, mas que mantêm a capacidade de sonhar e lutar por melhores condições em meio a tanta sujeira.

Lixo extraordinário (Waste Land)
Gênero: Documentário
País: Brasil-Inglaterra
Ano: 2010
Diretor: Lucy Walker, Karen Harley, João Jardim
Duração: 1h34min
Resumo: Documentário que acompanha o artista plástico Vik Muniz em incursão ao maior aterro sanitário da América Latina. A idéia é reproduzir fotos tiradas no local em grandes retratos com o material encontrado nos amontoados de lixo. Com a ajuda dos catadores, o artista cria as obras de arte e ao mesmo tempo conhece suas histórias de vida.


 

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