Estudantes criam horta comunitária em escola de Belford Roxo, no RJ

Em 2012, grupo de estudantes da escola estadual Presidente Kennedy, em Belford Roxo, região metropolitana do Rio, desenvolveu projeto de composição de adubo a partir de lixo orgânico, e criou uma pequena horta

Horta

Em 2012, durante a Semana do Meio Ambiente, um grupo de estudantes da escola estadual Presidente Kennedy, em Belford Roxo, região metropolitana do Rio de Janeiro, desenvolveu projeto de composição de adubo a partir de lixo orgânico, e foi criada uma pequena horta. Anos depois, o que começou como um simples trabalho escolar é atualmente referência em ecologia na cidade.

Funcionário da Prefeitura de Belford Roxo, Marcelino Araújo, de 52 anos, foi um dos estudantes que participou da iniciativa na época e, até hoje, mesmo depois de formado, continuou a trabalhar na horta comunitária.

“É terapêutico. Quem vem aqui visitar não quer mais sair. É muito prazeroso”, disse Araújo. “Há muitos prazeres na vida, mas tomar conta de um lugar, acompanhar todo o processo, é muito gratificante”, completou.

Durante todas as manhãs de sábado, as portas da escola ficam abertas para todos aqueles que quiserem apoiar e saber mais sobre o projeto. A horta também tem um perfil no Facebook (clique aqui).

O caso da horta escolar foi relatado pelo estudante da rede pública de ensino Victor Hugo Pereira, em projeto do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro Rio+) e do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds).

A iniciativa, denominada “Jovem Jornalista”, escolheu dez alunos para registrar histórias de desenvolvimento sustentável no Rio de Janeiro, especialmente durante as Olimpíadas. As reportagens foram publicadas no blog do projeto (clique aqui).

O diretor do Centro Rio+, Rômulo Paes de Sousa, lembrou que o programa tinha entre seus objetivos divulgar a Agenda 2030, conjunto de metas aprovadas pelos países no ano passado para acabar com todas as formas de pobreza, lutar contra as desigualdades e combater as mudanças climáticas, entre outros objetivos, em um prazo de 15 anos.

“O programa fez mais do que divulgar a Agenda 2030; trata-se de uma iniciativa que coloca o jovem e o cidadão ao lado da ONU, mostrando que a Agenda 2030 e os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) tocam o cotidiano das pessoas e são estas mesmas pessoas que farão a diferença nos próximos 15 anos”, declarou.

“Temos agora um plano de ação para o desenvolvimento sustentável, a Agenda 2030, que estipula as metas que devem ser cumpridas por todos os Estados-membros da ONU até o ano de 2030. Este é o mais ambicioso esforço para avançar a sustentabilidade da história da humanidade.”

O diretor do Centro Rio+ afirmou ainda que as sementes da Agenda 2030 foram lançadas no Brasil, durante a Conferência Rio+20 de 2012. “O sucesso desta Agenda dependerá da participação de todos os cidadãos, e não apenas dos governos”, declarou.


Fonte: ONUBr


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